Quadrantes e Hemisférios do Mapa Astral

Os quadrantes, hemisférios e ângulos AC | DC | MC | IC
Quadrantes e Hemisférios do Mapa Astral
por Astrolink em Astrologia

A primeira coisa que vem a mente quando falamos de mapa astral são os signos, depois o ascendente e geralmente a Lua. O que geralmente esquecemos é que, além desses elementos fundamentais para uma leitura assertiva do mapa, existem outros componentes tão importantes quanto, como é o caso dos hemisférios, quadrantes e a concentração planetária em cada um deles.

Para entender a importância deles, é necessário primeiro que se compreenda a estrutura de um mapa. Como sabemos, o mapa astral é formado por doze casas astrológicas e por elas estão distribuídos os diversos planetas.

Nota-se, porém, que as casas astrológicas são divididas em quatro hemisférios: Norte, Sul, Leste e Oeste. São eles que vão exercer influência na nossa vivência individual.

Assim sendo, muitos traços, aptidões e experiências pessoais serão motivados através da concentração dos planetas em um determinado setor. Quando planetas formam um Stellium (conjunção de três ou mais planetas no mesmo signo), por exemplo, a casa e o signo onde eles estão localizados terão um destaque ainda maior, ampliando sua autoridade e influência, o que pode trazer características harmoniosas ou tensas.

Da mesma forma, se há algum hemisfério no mapa com total ausência planetária, a influência mais pesada estará nos hemisférios e quadrantes ocupados por planetas. Quanto mais planetas em um setor específico do mapa, mais atenção devemos dar às influências que dali irão partir.

Para localizar os hemisférios no mapa astral, devemos ver norte, sul, leste e oeste de maneira inversa: o Hemisfério Norte fica na metade inferior, o Hemisfério Sul na metade superior. O Hemisfério Oeste (ocidental) fica na metade direita, enquanto o Hemisfério Leste (oriental) está na metade esquerda.

O Hemisfério Norte

O hemisfério norte divide-se em dois quadrantes: o quadrante 1 é responsável por agrupar as casas 1, 2 e 3 e o quadrante 2 responde pelas casas 4, 5 e 6. Ter o sol posicionado em algum quadrante desse hemisfério indica pessoas que nasceram no período noturno, quando o sol já tinha passado da linha do horizonte.

Pessoas que possuem no mapa uma maior concentração planetária no hemisfério norte tendem a ser mais introspectivas, se valendo do olhar para si mesmo. Precisam ter um maior cuidado para que sua introspecção não atrapalhe seu convívio social, pois podem se fechar demais em suas opiniões. Quanto mais praticar esse contato com outros, mais natural será seu processo de socialização.

Privacidade não quer dizer isolamento, portanto, podem continuar mantendo uma vida pessoal tranquila, sem muita exposição, mas precisam também aprender a se aproximar mais dos outros, mantendo a porta aberta para se tornarem mais coletivos.

Outro ponto a se observar é que parte do hemisfério norte também lida com questões do passado, com nossas raízes e segurança. A família e a criação da pessoa têm importância fundamental no desenvolvimento de sua personalidade. Nesse sentido, as pessoas que nos criam, os vínculos que formamos na família e nas relações, assim como o ambiente onde estamos inseridos, fazem parte desse caldeirão de influências que nos transformam no que somos.


O Hemisfério Sul

Na outra ponta, ocupando a metade superior do mapa astral, encontra-se o hemisfério sul. Ter o sol posicionado em algum quadrante desse hemisfério indica pessoas que nasceram no período diurno.

Há dois quadrantes que fazem parte do hemisfério sul: o 3 e o 4. O primeiro quadrante abrange as casas 7, 8 e 9 e o segundo as casas 10, 11 e 12.

Ter uma maior concentração planetária no hemisfério sul de um mapa astral pode trazer para os nativos uma maior necessidade de se fazer presente no mundo. Geralmente são pessoas que precisam ser vistas, reconhecidas ou que costumam se sentir mais à vontade em atividades em que tenham que lidar com pessoas ou grupos distintos.

Costumam se realizar por meio de ações que de alguma forma lhe proporcionem destaque ou projeção, seja para os seus amigos ou para o mundo. Tal característica será relevante também nos relacionamentos pessoais, pode ser comum ver essas pessoas cercadas de gente e sempre envolvidas em questões de interesse público.

Sua habilidade de estabelecer conexões também pode ser utilizada para um propósito maior, que é o de compreender o ser humano na sua essência e a sociedade como um todo. Mas, fusão e exposição demasiada também podem cobrar seu preço. Por estarem sempre em movimento e em constante contato com o mundo, podem ter certa dificuldade em ter um momento consigo mesmas.

Quanto maior a concentração planetária no hemisfério sul, maior será a necessidade em equilibrar esse poder social e procurar momentos mais privados, onde possam refletir e se conectar com seu mundo interior.


O Hemisfério Oeste

À direita do mapa, fica o hemisfério oeste (também chamado de ocidental), que compreende as casas de 4 a 9. As pessoas que nascem sob essa influência também costumam ser mais abertas ao contato com os outros, e por isso, suas vidas geralmente serão mais norteadas pelas relações humanas.

Por serem um pouco mais direcionadas àquilo que as outras pessoas demandam, acabam canalizando mais energia para interagir com o próximo. Não é raro esquecerem de si próprias e das suas necessidades em detrimento das demandas alheias. Sendo assim, aqueles que trazem uma concentração muito grande de planetas no hemisfério oeste podem ser muito bem aproveitados em atividades que prestem assistência e serviço.

Mas, as pessoas que se doa demais devem ligar o alerta de vez em quando. Primeiro, para pensar também em si e em suas necessidades; segundo, para não permitir que aproveitadores tirem vantagem de sua boa vontade. Caso essa energia seja mal trabalhada, o indivíduo também poderá ter muita dificuldade de se colocar no mundo por conta própria, dependendo constantemente da opinião de outros para tomar decisões.

Outro fator importante também é a questão da sorte nesse caso. Pode ser que, pelas experiências que têm no mundo, tenham uma certa percepção de que "as coisas acontecem de maneira natural e espontânea" onde muitas vezes conseguem obter tudo o que desejam sem empreender tanto esforço pessoal. É o famoso "parece que caiu do céu". Eventualmente há um jeitinho para que sua sorte aflore (principalmente se Júpiter estiver envolvido nesse setor) e faça com que suas ideias, planos ou sonhos se concretizem. Pode ser que essa boa sorte seja fruto da união com outras pessoas que viabilizem a realização dos desejos.

Mas, se a pessoa achar que "o universo sempre irá conspirar ao seu favor", pode se tornar acomodada e demasiadamente dependente dos outros. Se por acaso a sorte falhar, ela não estará preparada para arregaçar as mangas para alcançar seus objetivos, ou para lidar com as frustrações. Logo, para que ela alcance o equilíbrio e se sinta mais segura para buscar o que quer, é necessário ter um olhar mais atencioso para dentro de si, sendo mais consciente sobre as suas necessidades e praticar, com mais frequência, o autoacolhimento.


O Hemisfério Leste

Do lado esquerdo do mapa astral, está o hemisfério leste (ou oriental), que abrange as casas de 10 a 3 (10, 11, 12, 1, 2 e 3).

Quem possui o maior número de planetas nesta posição costuma ser mais independente e viverá, na maioria das vezes, por conta própria. Como tende a pensar que nada cai do céu, a busca pela conquista do seu espaço pode ser incessante, pois tem a noção de que as coisas não vêm de mão beijada, mas sim, são conquistadas.

Geralmente são pessoas donas de uma personalidade mais autônoma, que se sentem motivadas por trilhar o próprio caminho e perseguir com muita firmeza os seus objetivos. Devem se atentar apenas em tomar cuidado para não se tornarem muito agressivas quando tiverem que conviver em grupo ou buscarem por seus objetivos e desejos.


Quer saber como essas informações podem afetar sua vida?

Os Quadrantes

Um mapa astral também pode ser dividido em quatro ângulos (ou quadrantes). Esses ângulos são separados pelo eixo horizontal AC / DC (Ascendente e Descendente) e o eixo vertical MC / IC (Meio do Céu e Fundo do Céu). São as Cúspides (linhas onde começam) das casas 1, 4, 7 e 10 que delimitam seus inícios.

Tais ângulos têm bastante peso na delineação astrológica e emanam muita energia, mostrando como somos (ou como gostaríamos de ser), como nos relacionamos e interagimos com as pessoas e como somos vistos por elas. Por isso, esses 4 ângulos são fundamentais para entendermos parte da nossa personalidade, como ela se estruturou e como funciona. Através deles, compreendemos melhor nosso passado, o presente e temos indicativos do nosso futuro.

Ascendente (AC), Descendente (DC), Meio do Céu (MC) e Fundo do Céu (IC)

AC é o Ascendente, a cúspide da nossa Casa 1. Descreve como nos percebemos e qual impressão imediata passamos ao mundo. É a nossa márca e temperamento básico, como nos expressamos e nossa individualidade, as tendências que nos fazem agir de determinada maneira, a lente por onde vemos o mundo. É ele quem dita o início do primeiro quadrante.

O IC é o chamado "Immum Coeli" - ou Fundo do Céu. Descreve nossa persona particular e o nosso ambiente doméstico. Tem a ver com o lar, seja onde nascemos, ou o que ainda vamos formar. Nossas raízes estão aqui, tanto as do passado quanto as psicológicas. Podemos ver melhor se fomos mais influenciados pela figura paterna ou materna e notamos essas influências na nossa personalidade e no caráter formado. O segundo quadrante é iniciado na cúspide do Fundo do Céu, que é o início da Casa 4.

O DC é o Descendente, descreve como percebemos os outros. É a cúspide da nossa Casa 7, diametralmente oposta à Casa 1 e tem a ver com o que projetamos nas outras pessoas. Talvez nos falte algo e acabamos por buscar isso no outro. Por isso, o DC trata das nossas parcerias sérias: relacionamentos, sociedades, casamentos e amizades. Também indica inimizades e como é nossa relação com cada pessoa, se nos damos melhor ou pior, etc. Este ângulo é o início do terceiro quadrante em um mapa astral.

Já o MC é o chamado "Medium Coeli" - ou Meio do Céu. É a cúspide da nossa Casa 10. Ele descreve nossa persona pública, nossa imagem, carreira e reputação. Coisas como status e qualquer tipo de reconhecimento passa por aqui. Qualquer pessoa ou entidade que esteja acima de nós (chefe, governo, policia) também são mostradas aqui. Talvez a indicação principal a ser encontrada no Meio do Céu é a da meta que queremos atingir, onde queremos chegar profissionalmente, o reconhecimento público. A cúspide da Casa 10 é o início do quarto - e último - quadrante de um mapa astral.

AC, DC, MC e IC estão diretamente relacionados a determinadas áreas das nossas vidas. Saber o que cada setor pode nos ensinar e analisar minuciosamente tais informações é uma das chaves para o autoconhecimento e o domínio das propostas de um mapa astral.

Como os ângulos se relacionam

No mapa astral, o eixo vertical (MC / IC) separa as partes independentes e dependentes. O AC (o Eu, o Self) é, portanto, o centro da parte independente e o DC (os outros) é o centro da parte dependente. Verificando o mapa astral vemos qual dos quatro quadrantes tem mais planetas, assim podemos saber se somos mais voltados para o modo público ou privado e se somos mais independentes ou dependentes.

Ao interpretar um mapa astral, é importante lembrar que cada casa pertence a um determinado quadrante. Um mapa possui muitos ciclos diferentes, onde o desenvolvimento humano passa por diferentes estágios. A Astrologia é uma ferramenta de avaliação psicológica que vê as casas como estágios na jornada do nascimento à morte e como nos desenvolvemos em cada um desses estágios.

Ter um grande número de planetas em determinado quadrante é algo fortemente ligado com o nosso propósito de vida. Nesse caso, temos que estudar os temas daquele setor e sempre nos perguntar se estamos vivendo aquele propósito. Se não, devemos explorar o quadrante e entender como podemos alinhar nosso direcionamento e energia para aquele setor, pois ele tem maiores chances de movimentar a nossa evolução e nos fazer usar nossas apitidões.

Veja abaixo um resumo de como é o modo de operação básico dos quadrantes em um mapa astral. Para uma análise mais aprofundada, leia nosso artigo sobre As Casas Astrológicas.


Primeiro quadrante: Independente e Privado
A definição pessoal, o autoendentimento, o desenvolvimento e a consciência de si mesmo.

O primeiro quadrante inclui as casas 1, 2 e 3. Estas são as casas entre o Ascendente e o Fundo do Céu. Se o primeiro quadrante tiver um número elevado de planetas, a pessoa tende a ser mais independente e privada, sempre fazendo coisas para si mesma. A pessoa sente que consegue fazer mais se não tiver gente interagindo (ou incomodando), por isso costuma ignorar a opinião dos outros ou controlá-los em benefício próprio. Terão também mais autossuficiência, objetividade. desenvoltura, confiaça e perspicácia.

Como eu uso meu tempo tempo comigo mesmo, minhas coisas e aprendizados...

Os temas recorrentes para a expressão do primeiro quadrante são o auto-desenvolvimento, a independência e o foco em si mesmo. É o local de saber e compreender quem você é.

"Quem sou Eu?", "O que Eu valorizo?", "Como Eu aprendo e transmito informações no meu entorno?"


Segundo quadrante: Dependente e Privado
A expressão pessoal, a integração do Eu no ambiente imediato.

O segundo quadrante inclui as casas 4, 5 e 6. Estas são as casas entre o Fundo do Céu e o Descendente. Quem tem um grande número ou a maioria dos planetas em seu segundo quadrante, tende a ser uma pessoa mais dependente dos outros e focada na vida privada. Seu foco principal na vida geralmente são as pessoas mais próximas, de quem gosta de cuidar e servir, ou encontrar aquele alguém especial que a complete. A pessoa gosta de se sentir a vontade com os outros criando mais intimidade e tende a buscar também o apeifeiçoamento.

Pode evidenciar uma personalidade um pouco mais insegura, precisando, às vezes, da opinião alheia para tomar as próprias decisões. Além disso, uma marca mais acentuada pode ser a timidez. Os nativos na maior do tempo concentram seus pensamentos em uma introspecção que permite uma percepção mais aguçada das coiosas. Com planetas na Casa 5, tais características podem ser mais evidentes.

Como eu uso meu tempo com a família, os filhos, criatividade, trabalho e rotina...

Os temas recorrentes para a expressão do segundo quadrante são o desenvolvimento da consciência fora do Eu, com a família, os filhos, romances, as criações, colegas de trabalho, etc.

"O que eu sinto?", "O que eu crio e faço?", "O que eu analizo?"


Terceiro quadrante: Dependente e Público
A definição social, a consciência de que existem Os Outros.

O terceiro quadrante inclui casas 7, 8 e 9. Estas são as casas entre o Descendente e o Meio do Céu. Com a maioria dos planetas do mapa neste quadrante, a pessoa tende a ser dependente e pública. Gosta de fazer parcerias e acaba sendo bem-sucedida por conta de suas conexões. Costuma se dar bem com todos os grupos sociais e adora o trabalho em equipe. Partilhar é importante em sua visão.

Geralmente, são pessoas mais dependentes de atenção e que por isso costumam buscar apoio em outros. Além disso, necessitam ter suas atitudes aprovadas pelas outras pessoas. Mais cautelosos, buscam sempre resolver as suas questões do que consideram coerente, mas dependem muito do que os outros pensam, por isso baseiam suas ações nesse tipo de retorno emocional.

Como eu uso meu tempo com os outros e os parceiros, meus limites e minha expansão...

Os temas recorrentes para a expressão do terceiro quadrante são o desenvolvimento da consciência sobre a sociedade, os relacionamentos, parcerias, intimidade, etc.

"Como eu equilibro o Eu e Os Outros?", "Como eu me transformo e renasço, como eu me uno, como compartilho valores?", "O que eu enxergo além?"


Quarto quadrante: Independente e Público
A expressão social, a integração do Eu no mundo e na sociedade.

O quarto quadrante inclui as casas 10, 11 e 12. Estas são as casas entre o Meio do Céu e o Ascendente. Com um grande número ou a maioria dos planetas neste quadrante, se relacionar com os outros é importante. A pessoa tende a possuir uma visão de mundo mais ampla e preferir operar em ambientes mais impessoais, tais como grandes instituições onde interajam com o coletivo de uma forma organizada. O nativo ganha um foco maior em integrar seus talentos à sociedade, o que proporciona beneficiar um grupo maior de pessoas. Tendem também a querer interagir com outros indivíduos e grupos que compartilham de seus valores e interesses, além de orgulhar-se em mostrar seu sucesso para os outros, encontrando assim mais facilmente o seu lugar na sociedade.

Tem a ver com a carreira, grupos que possuimos afinidade e temos senso de comunidade, e visão integrativa e intuitiva. Tudo o que tem a ver com a imagem pública, função social, governo e reputação ganha foco aqui, onde operamos com a convicção de saber o que é certo e ideal para todos, de querer deixar uma marca e imagem pessoal no mundo de maneira organizada. A motivação é além de obter riqueza, mas sim poder e ampla conexão, um aspecto e visão mais macro das coisas.

As características que se manifestam aqui irão pulsar mais forte na Casa 10. As pessoas buscarão estar sempre conectadas com o que acontece no universo, sem se descolar da realidade. Suas metas são mais óbvias, não querendo ser apenas "mais um" na multidão, mas sim deixar sua marca, ou até mesmo seu nome na história da humanidade.

Como eu uso meu tempo com a minha vida pública e social em uma escala maior...

Os temas recorrentes para a expressão do quarto quadrante são o desenvolvimento da minha consciência à respeito do mundo, da humanidade, dos meus objetivos e do serviço público.

"O que Eu uso e gerencio?", "O que Eu sei e colaboro?", "No que Eu acredito e como me doo?"


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