Horóscopo mensal de fevereiro de 2026
Fevereiro marca decisões que redefinem os rumos de 2026
Por Equipe Astrolink em Trânsitos e previsões
Publicado em: 26/01/2026 às 12:00
Atualizado em: 26/01/2026 às 12:37
Modo claro
13 minutos de leitura
Quer saber como essas informações podem afetar sua vida?
1. O que esperar do horóscopo de fevereiro de 2026?
2. Qual é a principal energia astrológica de fevereiro de 2026?
3. Qual é a principal energia astrológica de janeiro de 2026?
4. Por que fevereiro de 2026 é astrologicamente importante?
5. O que é o horóscopo mensal?
6. Qual a diferença entre horóscopo mensal e mapa astral?
7. Devo ler o horóscopo pelo meu signo?
8. O horóscopo mensal vale para todo mundo?
9. Como entender melhor os efeitos do horóscopo no meu mapa astral?
Fevereiro de 2026 se destaca por uma forte concentração de astros em Aquário, além de eclipses e movimentos que ampliam mudanças coletivas e exigem posicionamento consciente.
O mês se inicia sob um céu de alta intensidade coletiva. Uma forte concentração de astros em Aquário - envolvendo Sol, Mercúrio, Vênus, Marte e Plutão - imprime ao período um clima de tensões ideológicas, disputas de narrativa e choques de valores que já vinham se formando desde janeiro.
Essa configuração é ativada logo na entrada do mês pela Lua Cheia, funcionando como um gatilho para processos que estavam em curso e agora exigem posicionamentos mais claros.
Com eclipses ativando Aquário, Saturno iniciando um novo ciclo em Áries e Mercúrio entrando em movimento retrógrado em Peixes, este mês também testa a coerência entre aquilo que se sonha e aquilo que se constrói na prática.
As previsões abaixo têm caráter majoritariamente coletivo. Para entender como os trânsitos de fevereiro se manifestam de forma prática na sua vida, acesse o seu horóscopo personalizado no Astrolink, que analisa o céu a partir do seu mapa astral completo.
Como o horóscopo de fevereiro vai afetar o meu mapa astral?
Previsões para a primeira quinzena de fevereiro
A conjunção Marte - Plutão e seus primeiros desdobramentos
A conjunção entre Marte e Plutão segue reverberando ao longo dos primeiros quinze dias de fevereiro. Mesmo já em aspecto separativo, seus efeitos continuam a alimentar disputas intensas por espaço, poder e sobrevivência, além de movimentos marcados por radicalização e confrontos diretos.
No campo individual, a orientação principal é a flexibilidade. Negociações pedem mais cautela e situações marcadas por dinâmicas de "tudo ou nada" merecem adiamentos sempre que possível. Também podem surgir contextos existenciais em que o medo, a culpa ou a pressão por decisões rápidas se tornam instrumentos de coerção. O período pede atenção para não assumir posições de submissão emocional ou psicológica, especialmente em contextos profissionais, familiares, financeiros ou afetivos marcados por pressão excessiva.
No plano coletivo, o aspecto também pode se manifestar por meio de episódios mais extremos, tanto no cenário global, com tensões políticas, repressões e conflitos migratórios, quanto no contexto urbano, com ações de grupos organizados e escaladas de violência. Esse ambiente tende a ampliar a atenção da mídia para temas ligados à segurança pública e aos conflitos sociais.
O impulso por autonomia da Lua Cheia em Leão
Logo no primeiro dia de fevereiro ocorre a Lua Cheia em Leão momento que simboliza a culminação de temas que vinham sendo gestados. Esse ciclo costuma marcar pontos de maturação: acontecimentos iniciados anteriormente tendem a se cumprir, ganhar forma concreta ou exigir posicionamentos mais definidos.
A sensação de agitação tende a aumentar nos grandes centros. Com emoções mais reativas e menor tolerância ao contraste de opiniões, torna-se importante agir com mais cautela em situações de estresse cotidiano, como deslocamentos, discussões públicas ou ambientes já tensionados.
No plano coletivo, pode haver um aumento perceptível de tensões. Desentendimentos e sinais pouco favoráveis aos acordos internacionais, por exemplo, tornam-se mais prováveis. Organismos multilaterais podem se ver confrontados com suas contradições diante dos conflitos geopolíticos em curso. Situações de instabilidade e escaladas de tensão tendem a expor fragilidades institucionais, colocando em debate os limites entre poder, ordem e democracia em diferentes contextos.
Historicamente, essa Lua cheia do início de fevereiro era conhecida entre povos indígenas americanos como a "Lua das Neves", associada aos ciclos de nevascas no hemisfério norte. Ela funcionava como um marcador natural de tempo e transição, ilustrando como culturas ancestrais utilizavam os ciclos celestes como referência para eventos e fases da vida coletiva.
Nos estudos de Astrologia coletiva, essa Lua cheia costuma atuar como um ponto de maturação de possibilidades lançadas no início do ciclo lunar. Em fevereiro de 2026, esse efeito se manifesta de forma mais incisiva, pois a primeira semana do mês tende a deflagrar com clareza os impactos da conjunção Marte–Plutão.
No plano individual, cresce o impulso por autonomia. Muitas pessoas sentem a necessidade de não permanecer reféns de terceiros, seja emocional, financeira ou estruturalmente. Esse impulso por autonomia pode levar à busca por alternativas de realização mais independentes, inclusive fora de relações a dois, estimulando afastamentos, redefinições de vínculo e, em alguns casos, rupturas necessárias.
O resultado tende a ser um aumento da reatividade emocional e da dificuldade de mediação, tanto no plano coletivo quanto no individual. Por isso, recomenda-se cautela ao lidar com temas sensíveis, conversas decisivas ou situações que envolvam confronto direto, especialmente quando emoções estão à flor da pele.
A Lua Cheia em Leão intensifica sentimentos ligados à identidade, reconhecimento e necessidade de validação. Questões de autoestima, orgulho e expressão pessoal ganham destaque, pedindo cuidado com reações impulsivas, dramatizações ou disputas de ego. É um momento em que tudo parece maior do que realmente é, inclusive expectativas e frustrações.
A doriforia de Aquário e o movimento da segunda semana
Na segunda semana, a forte concentração de astros em Aquário remete a padrões já observados em ciclos anteriores: contestações legítimas e importantes, mas que nem sempre produzem efeitos práticos imediatos.
Doriforia é um alinhamento astrológico raro, no qual planetas se agrupam próximos ao Sol ou à Lua, intensificando o impacto coletivo do período. Esse tipo de concentração costuma marcar momentos de virada, mudanças profundas e redirecionamentos importantes.
Nos primeiros dias, a retomada do movimento direto de Urano em Touro reacende mudanças que vinham sendo gestadas de forma lenta. A sensação pode ser de instabilidade, mas também de abertura para novas formas de pensamento.
A entrada de Mercúrio em Peixes, no dia 6, influencia uma comunicação mais sensível, subjetiva e intuitiva, o que favorece conversas empáticas, criatividade e reflexões internas. Ao mesmo tempo, cresce o risco de ruídos, mal-entendidos e idealizações excessivas.
No campo afetivo, com Vênus também caminhando para Peixes, há de se prestar atenção aos comportamentos salvadores ou de se doar além da conta, pois a tendência à idealização aumenta.
No cenário coletivo, podem surgir movimentos em defesa do diálogo e da democracia, refletidos em pesquisas de opinião e no aumento da percepção social diante das polarizações, de atos que ferem a Constituição, o Direito e o bom senso coletivo, inclusive entre populações mais vulneráveis. Temas como violência e corrupção tendem novamente a gerar inquietação e medo.
Nessa primeira metade do mês, as emoções tendem a ficar à flor da pele. Ideias circulam com intensidade e o desejo de mudança cresce, mas o céu já sinaliza que tudo o que for iniciado agora exigirá compromisso real nos próximos meses.
Um alívio gradual na segunda metade do mês!
Apesar de um início mais intenso, o conjunto dos trânsitos indica uma desaceleração gradual das tensões a partir do final da segunda semana, criando um espaço maior para ajustes, negociações e reorganizações ao longo da terceira semana de fevereiro.
No Brasil, o Eclipse Solar em Aquário ocorre em pleno Carnaval, no dia 17/02. Esse evento tende a reverberar por muitos meses, ampliando o impacto das escolhas e acontecimentos que se desenrolarem nesse período.
No plano individual, essa configuração favorece conversas mais abertas, voltadas ao entendimento mútuo. Surge a possibilidade de discutir como espaço pessoal e individualidade podem coexistir dentro das relações, desde que haja disposição real para escuta, negociação e construção de consensos possíveis.
Com efeitos mais evidentes na terceira semana, a conjunção entre Mercúrio e Vênus em Aquário costuma coincidir, historicamente, com iniciativas de diálogo multilateral e tentativas de acordo. Discursos conciliatórios e gestos simbólicos ganham espaço, mesmo quando se contrapõem a realidades geopolíticas marcadas por impasses, tensões e dificuldades de mediação. Muitas dessas iniciativas tendem a permanecer no campo das intenções, mas ainda assim ocupam lugar de destaque na mídia.
Com o início de Mercúrio retrógrado em Peixes, a comunicação tende a ficar mais nebulosa, com risco de mal-entendidos, esquecimentos e dissonâncias emocionais. Não é o período mais indicado para decisões definitivas, mas sim para revisar ideias, ajustar expectativas e repensar planos iniciados recentemente, especialmente aqueles ativados durante o eclipse.
A Lua Nova no limiar entre Aquário e Peixes
A Lua Nova - que formará o Eclipse Solar - ocorre no final de Aquário, no dia 17 de fevereiro, a 28 graus. Por se formar nos últimos cinco graus do signo, essa lunação carrega características híbridas, mesclando temas aquarianos e piscianos.
O clima se suaviza parcialmente, abrindo espaço para entendimentos e acordos. No entanto, no campo político, também pode haver conchavos e formas de corrupção velada disfarçadas de "consenso". No plano individual, o período tende a favorecer alinhamentos familiares e afetivos, especialmente quando as bases das relações ainda se mostram saudáveis.
Essa lunação ocorre em um contexto sensível, no qual fragilidades em sistemas de organização, autoridade e controle tendem a ficar mais evidentes. Ao mesmo tempo, movimentos organizados da sociedade civil podem ganhar força ao se posicionarem contra excessos de poder.
A aproximação de Saturno e Netuno como pano de fundo
O evento astrológico mais relevante dos últimos tempos, a conjunção entre Saturno e Netuno, em aproximação agora em fevereiro, estabelece um pano de fundo mais amplo e duradouro. Historicamente, esse ciclo está associado ao nascimento e à decadência de doutrinas políticas e religiosas de caráter populista, sustentadas por discursos salvacionistas e lideranças carismáticas que se apresentam como incontestáveis.
Esse ciclo costuma sinalizar perda de legitimidade, desgaste de poder e crises profundas, abrindo processos de revisão em regimes, partidos e lideranças que antes pareciam sólidos ou incontestáveis. Trata-se de um ciclo de longa duração, cujos efeitos se estenderão por muitos meses.
O fato de esse encontro ocorrer entre o Eclipse Solar e o início de Mercúrio retrógrado torna o período mais sensível. Decisões podem parecer confusas e a sensação de incerteza tende a aumentar temporariamente.
No final de fevereiro, uma nova concentração de astros em Peixes, em harmonia com Júpiter, tende a reduzir temporariamente as tensões internacionais. Surgem acenos de acordo e gestos conciliatórios, ainda que carreguem traços idealistas ou utópicos.
As duas últimas semanas de fevereiro pedem atenção redobrada em contextos de risco, especialmente aqueles que envolvem velocidade, pressa ou decisões tomadas sob tensão.
Vênus em conjunção com Saturno e Netuno, no fechamento do ciclo mensal, influencia o contato com desilusões e frustrações afetivas. Relações a dois podem atravessar momentos de ajuste emocional, nos quais expectativas irreais e mecanismos de fuga tendem a ficar mais evidentes. O período convida a lidar com frustrações de forma mais consciente e madura.
Desconfortos fazem parte de um processo maior de amadurecimento coletivo, e fevereiro encerra o mês deixando claro que há uma exigência crescente por responsabilidade, alinhamento e realinhamentos conscientes.
Esse é um dos temas centrais do Guia Astrológico 2026 do Astrolink, que aprofunda como o encontro entre Saturno e Netuno impacta diferentes áreas da vida, integrando astrologia, Tarot e numerologia. Para entender como esse novo ciclo se manifesta no seu mapa astral e nos seus caminhos pessoais, o Guia é uma leitura essencial para 2026.
Ver o meu guia pessoal de 2026
Calendário astrológico de fevereiro de 2026
01/02 - Lua Cheia em Leão
03/02 - Fim de Urano retrógrado em Touro
06/02 - Mercúrio entra em Peixes
08/02 - Vênus entra em Peixes
13/02 - Saturno entra em Áries
17/02 - Lua Nova em Aquário
17/02 - Eclipse Solar em Aquário
18/02 - Sol entra em Peixes
20/02 - Conjunção exata entre Saturno e Netuno em Áries
26/02 - Início de Mercúrio retrógrado em Peixes
Para além da Astrologia, que tal saber mais sobre como fevereiro pode impactar sua vida através do Tarot? Descubra como a carta 8 de ouros poderá influenciar o mês. Acesse as previsões para saber mais!
FAQ - Dúvidas sobre o Horóscopo de fevereiro 2026
O que esperar do horóscopo de fevereiro de 2026?
Fevereiro de 2026 é um mês de viradas importantes. O período mistura intensidade emocional, revisões internas e grandes movimentos coletivos, com destaque para o Eclipse Solar em Aquário e a entrada de Saturno em Áries.
Qual é a principal energia astrológica de fevereiro de 2026?
A principal energia do mês é de transição e redefinição. Fevereiro pede coragem para iniciar novos ciclos, mas também sensibilidade para revisar expectativas, especialmente com Mercúrio retrógrado em Peixes.
Qual é a principal energia astrológica de janeiro de 2026?
A principal energia é de início com responsabilidade. O mês começa exigindo maturidade emocional e decisões práticas, e termina abrindo espaço para inovação, mudanças coletivas e novos propósitos.
Por que fevereiro de 2026 é astrologicamente importante?
Porque concentra alguns dos trânsitos mais relevantes do ano, como o Eclipse Solar em Aquário, a entrada de Saturno em Áries e a conjunção entre Saturno e Netuno, que marca um novo ciclo coletivo de longo prazo.
O que é o horóscopo mensal?
O horóscopo mensal é uma leitura coletiva dos principais movimentos astrológicos do mês. Ele aponta tendências gerais que afetam emoções, decisões, relações e processos coletivos, sem determinar acontecimentos fixos.
Qual a diferença entre horóscopo mensal e mapa astral?
O horóscopo mensal analisa o céu do momento. Já o mapa astral é pessoal e mostra como esses trânsitos atuam de forma única na sua vida, de acordo com sua data, hora e local de nascimento.
Devo ler o horóscopo pelo meu signo?
Você pode ler pelo signo solar e pelo ascendente, mas é importante lembrar que qualquer horóscopo por signo é uma análise geral. A leitura mais precisa vem da interpretação do mapa astral completo.
O horóscopo mensal vale para todo mundo?
Ele mostra tendências coletivas. Para entender como essas influências atuam de forma específica na sua vida, o mais indicado é acompanhar o Horóscopo Personalizado do Astrolink, que analisa os trânsitos direto no seu mapa astral.
Como entender melhor os efeitos do horóscopo no meu mapa astral?
Você pode perguntar diretamente ao Orbia, a IA do Astrolink, que interpreta os trânsitos do mês considerando todo o seu mapa astral e explica as influências de forma clara e personalizada.
