A Outra História do Natal

Velhas tradições, novos conceitos, um só sentimento.
A Outra História do Natal
por Astrolink em Esoterismo e Curiosidades

Então é natal... O que você fez? Ou melhor, o que você sabe? O que será que as comemorações natalinas, os astros e as tradições anteriores ao cristianismo têm a ver? Se você respondeu "nada", saiba que é justamente o contrário. O tão aguardado natal cristão é, na verdade, uma celebração criada em substituição a outras festividades muito importantes do mundo antigo que ocorriam antes mesmo do cristianismo existir.

Mais precisamente, cultuava-se e celebrava-se o Sol, nosso astro mais relevante e principal fonte de vida. Sem ele, simplesmente não somos nada. Ele é a Luz do Mundo, nossa bateria primordial, aquele que energiza, nos aquece, nos protege e nos alimenta.

Diversas culturas antigas tinham uma completa noção disso e vivenciavam esta constatação nitidamente em seu cotidiano, possuindo um comportamento basicamente idólata e nutrindo muita estima pelo nosso Astro Rei. Dentro desse contexto, mitologias, histórias e símbolos foram criados para explicar e levar esta constante através das inúmeras gerações posteriores.

Uma festa pagã?

Dentre as festas mais importantes da antiguidade na Europa e no oriente, destacava-se uma: a que homenageava o Deus persa Mitra - um dos muitos "deuses solares" da nossa História. Esta festa posteriormente foi chamada em latim de "Natalis Solis Invicti" (Nascimento do Sol Invencível), sendo instituída pelo imperador Aureliano em 270 d.C. e fazendo do Deus Sol a primeira divindade do império, absorvendo toda a simbologia da celebração à Mitra.

Era um feriado muito popular entre os soldados, mas algo que vinha de encontro ao desejo de ascensão do cristianismo. Por possuir este forte apelo popular, esta acabou sendo posteriormente a festa escolhida para ser substituída pelo Natal cristão, já que estava profundamente enraizada na mente das pessoas. Se a rodovia já está pavimentada, por que construir uma nova? E assim, somente após 400 anos após o nascimento de Jesus, a celebração de sua natividade começava a ser instituída.

O Sol como centralizador

Tudo bem, o nascimento de Jesus substituiu o tal Natalis Solis Invicti pelo Natal. E daí?

Bem, daí que com isso outras coisas começam a tomar forma e novas informações eclodem. Uma delas é o fato de que Jesus possa não ter nascido no dia 25 de dezembro como todos pensam. Estudos sobre a origem do cristianismo, assim como estudos do Novo Testamento dizem que o nascimento de Jesus provavelmente ocorreu em outra data. Não há nenhuma referência histórica ou documental (inclusive na bíblia) que informe o dia exato do nascimento de Jesus.

Outro ponto a ser levado em consideração é que a Igreja Católica adotou a data de nascimento em 25 de dezembro apenas no século III depois de Cristo, quase 400 anos após sua história ter ocorrido. Na época em que Jesus viveu, o sistema de datas era caótico e cada povo tinha um calendário específico. Não existia apenas um calendário como é hoje e, para piorar, cada vez que novos governantes subiam ao poder, podiam mudar o calendário a seu bel prazer. Na própria Bíblia não existe nenhuma passagem onde haja uma comemoração de aniversário, pois por causa de tantas mudanças no calendário ninguém conseguia acompanhar ou mesmo saber sua data de nascimento com total exatidão.

O nosso calendário atual só foi adotado em 1582 por decreto do Papa Gregório XIII, por isso é chamado de calendário Gregoriano. Após as devidas correções e conversões terem sido efetuadas, hoje o mundo inteiro o utiliza.

Mas por que a Igreja escolheu então o dia 25 de dezembro para a sua festividade de Natal?

A explicação é bastante peculiar. Como dissemos, as celebrações do mitraísmo (assim como outras festas pagãs) atraíam muitos fiéis à época, algo que concorria bastante com o cristianismo. A Igreja então convenientemente colocou a data de nascimento do Cristo no mesmo período das festividades de Mitra e outras festas pagãs próximas, facilitando a aceitação e conversão dos pagãos.

Os cristãos simplesmente não celebravam o Natal antes. Com o crescimento da Igreja no decorrer das décadas e séculos, logo uma estratégia foi concebida para conter e integrar os diversos rituais, cultos e festas pagãs do Oriente Médio e Europa, revertendo a atenção para a "nova organização cristã das coisas". A instituição do natal no dia 25 de dezembro, decretado pelo Papa Júlio I em 350 d.C. foi a pedra fundamental dessa estratégia.

Nascimento de Jesus

Missão "quase" cumprida

Pois bem. O Natal então substituiu o Natalis Solis Invicti, porém muitos cristãos ainda continuavam comemorando outras datas pagãs, todas ligadas de alguma forma à astrologia, as estações do ano, aos ciclos naturais e aos deuses mitológicos, arquétipos de toda esta mecânica celeste.

Para contornar este problema, a Igreja adaptou então outras celebrações para eclipsá-las: páscoa, festas juninas, finados, dia de todos os santos... todas estas no dia de outras comemorações pagãs, que eram alinhadas com eventos cíclicos de cunho astrológico. É por este motivo que muitas dessas datas são móveis, pois dependem de toda essa mecânica celeste e seus diversos ciclos e órbitas para ocorrerem.

Tomemos a Páscoa como exemplo. O cálculo para se chegar a sua data anual é o seguinte: No primeiro domingoApós a primeira lua cheiaApós o equinócio de primavera (outono no hemisfério sul, quando o sol entra no signo de Áries entre os dias 20 e 21 de março), é justamente o domingo de páscoa. É por isso que mesmo sendo uma festa móvel, conseguimos saber qual o dia em que a páscoa vai cair nos anos futuros.

Tendo alinhado esta segunda etapa da estratégia, os cristãos que ainda comemoravam as festividades pagãs passariam então a comemorar, nas mesmas datas, celebrações cristãs. De fato foi uma ótima estratégia, e que deu muito certo. À cada nova geração, esta nova conversão ficava mais automática e aceita de forma natural, empurrando as tradições pagãs cada vez mais para a margem da sociedade.

Durante muitos séculos essas informações ficaram praticamente obscurecidas pela aura da igreja católica, sendo relegadas ao esquecimento ou ao domínio de ocultistas, alquimistas ou artistas que constantemente se preocupavam em analisar as raízes e bastidores da nossa história e eternizá-las em suas obras de arte, muitas vezes de forma escondida ou muito sutis, conseguindo assim fugir da perseguição da igreja.

Tirar o foco das festividades pagãs em torno dos solstícios e dos equinócios pareciam ser preocupações constantes. Só que tais datas eram extremamente importantes e celebradas por séculos na Europa, acabar com estas festividades de uma hora pra outra poderia ser má propaganda. A melhor maneira de concluir este objetivo parecia ser "renomeá-las" com o selo católico e cristão. Dessa forma, as comemorações seriam mantidas, mas, se voltariam para o seio da Igreja e poderiam ser controladas e formatadas.

A consolidação da celebração

O Ato Final

Para fechar a questão, junto com a alteração e consolidação das datas festivas, um processo de mudança ideológica começou a ser realizado. Santo Agostinho, por exemplo, conclamava os cristãos a não celebrarem o Sol, e sim "o nascimento daquele que criou o Sol". Não se sabe ao certo quanto tempo foi preciso para apagar da mente das pessoas os motivos anteriores das comemorações e fixar o nascimento de Jesus e sua história, mas sabe-se que por volta do século XII o Natal já era a comemoração mais importante da Igreja em toda Europa.

Entender o simbolismo em torno do Solstício de Inverno no hemisfério norte (quando o Sol entra no signo de Capricórnio) é a chave para entender a escolha do dia 25 de dezembro pela Igreja. Para começar, o Equinócio de Primavera chegaria em breve, ou seja, uma época de renovação, quando termina o rigoroso inverno e um novo ciclo de vida se dá início, com novas plantações, criação de animais, flores surgindo e um clima mais ameno e agradável. Mesmo antes da comemoração ao Deus persa Mitra, algumas festas já eram realizadas neste período do solstício, onde o sol parece "parar no horizonte" para depois inverter sua trajetória e renascer, no dia 25, indo de encontro à primavera. O Império Romano instituiu sua nova celebração neste dia justamente para poder agregar de uma só vez todas as festividades relacionadas ao Sol de diferentes religiões.

Os próprios romanos tinham outra festividade muito importante perto deste período. Chamadas de Saturnalias, as festividades romanas em honra à Saturno representavam uma época de paz e alteração temporária da ordem social e dos conceitos de justiça. Além disso, a festa em sí tinha uma aura e propósitos do que conhecemos como o carnaval hoje. Também eram realizados banquetes e trocas de presentes.

As Saturnalias eram festas celebradas a partir do dia 17 de dezembro. Durante este período de férias, os tribunais romanos eram fechados e ninguém poderia ser punido por danos à propriedade ou ferir as pessoas. As Saturnalias eram comemoradas em Roma com base em festividades gregas ainda mais antigas. No ano de 46 a.C, o imperador Júlio César instituiu um novo calendário (o calendário Juliano) que atribuía 25 de dezembro como o Solstício de Inverno. Assim, todas as festas pagãs que celebravam o nascimento dos deuses solares mudaram automaticamente para 25 de dezembro. A lista de deuses solares de diversas culturas, épocas e regiões que tinham seu nascimento celebrado no solstício de inverno era extensa: Osíris, Apolo, Atis, Mitra, Horus... só para citar alguns.

Ok, tudo isso está me parecendo muita coincidência... conte-me mais.

Na esperança de converter totalmente os pagãos, o cristianismo adotou com tudo as suas festas e celebrações. Com isso, os líderes cristãos finalmente conseguiram converter um grande número de pagãos ao cristianismo de uma só vez, prometendo-lhes que pudessem continuar a celebrar as festas como cristãos. Como todas as celebrações em torno do solstício de inverno eram muito parecidas - com as famílias reunidas para celebrar conceitos como esperança, união, fraternidade entre outros (conceitos estes já celebrados antes por outras culturas), a transição não foi tão drástica. Apenas houve uma mudança de foco: de Sol para Jesus, com as devidas adequações necessárias.

Nas celebrações ao Sol, por exemplo, tinha-se o costume de queimar um tronco de madeira por 12 noites consecutivas. Desse ritual vem a tradição do tronco natalício, hoje transformado nas velas, luzes e pisca-piscas de natal. A árvore de natal também vem das tradições pagãs: o pinheiro é uma árvore que resiste ao inverno, simbolizando força e esperança. Só não se sabe ao certo como a adaptação para a árvore de natal foi feita, mas alguns relatos mostram que por volta do século XV e XVI em algumas cidades européias, pinheiros eram decorados com maçãs, nozes e outros ornamentos. A prática começou a se espalhar e a árvore de natal passou a ser item obrigatório nas celebrações do Natal.

Os astros, estrelas, constelações e todo o simbolismo envolvido

As mitologias que foram criadas por conta da observação dos ciclos e astros no mundo antigo tiveram seu cerne adaptado à nova religião em ascensão. Um dos exemplos disso é um alinhamento peculiar de Sirius, a estrela mais brilhante do nosso céu noturno com outra constelação e o Sol. No dia 25 de dezembro, ela se alinha à constelação dos 3 Reis (conhecida no Brasil como as Três Marias) e esse alinhamento, curiosamente aponta diretamente para o Sol. Eis o fato:

"O nascimento do Sol, apontado por uma estrela (Sirius), alinha-se com a constelação dos três reis (três marias, como é conhecida aqui)".

Já no cristianismo, temos o seguinte paralelismo:

"O nascimento de Jesus (o nosso salvador, assim como o cultuado Sol) foi visitado e presentado por três reis magos que seguiram a estrela mais brilhante."

Este fato é derivado de outro muito interessante que ocorre quase no mesmo período, envolvendo a constelação de Crux (o nosso Cruzeiro do Sul) e novamente o Sol. Durante o Solstício de Inverno, entre os dias 22 e 24 de dezembro, o Sol parece "se esconder", fazendo com que os dias sejam mais escuros por 3 dias. O Sol encontra-se no seu ponto mais baixo no horizonte, passando a impressão de estar descendo e se escondendo durante estes três dias.

Com isso, temos um outro paralelismo interessante, pois é justamente nesse momento que o Sol se alinha à esta constelação do Cruzeiro. Nessa época, esta constelação ainda era vista pelos povos do hemisfério norte, mas devido à precessão dos equinócios, progressivamente passou a ser visível apenas em latitudes mais próximas do equador, perdendo-se o conhecimento da sua existência para a cultura europeia.

O possível paralelo que temos dentro do cristianismo é de que Jesus foi crucificado, morto e sepultado, permanecendo no sepulcro por 3 dias, para finalmente ressuscitar após o terceiro dia.

A verdade é que quase todas as religiões precursoras das religiões modernas tinham o Sol como objeto de adoração. Os conceitos foram apenas adaptados para aceitação de diferentes culturas e centralização em torno de uma só religião, mas seu núcleo continuou o mesmo. Todas estas histórias e adaptações fazem jus à trajetória do sol durante o ano. Embora seus paralelismos não sejam tão claros e lineares depois da adaptação e execução final de toda a história, convenhamos, deu muito certo.

Os deuses hoje são adorados pelos mesmos motivos que o Sol era: são seres de "luz", que trazem conforto (assim como o Sol), além de vida (plantações, animais, nossa própria existência), amor, paz e união (celebrações com a família e amigos em torno do solstício e um Sol mais forte trazendo consigo a primavera).

Mas e o Ano Novo? Com este não se brinca, certo?

Mais ou menos, mais ou menos... Vamos relembrar um pouco o que vimos até aqui:

Agrupando as informações, o que vimos foi que basicamente no mundo antigo as pessoas estavam em uma maior sintonia com os ciclos da natureza, o movimento dos astros, as estações do ano e seus arquétipos, condensando todas estas informações em uma linguagem humanamente palatável.

Vimos também que o sistema de datas era caótico e cada rei ou imperador podia criar o seu próprio calendário, gerando um trabalho enorme de cálculo e conversões. Descobrimos que todas as datas comemorativas bebiam da mesma fonte, onde os solstícios de inverno / verão e os equinócios de primavera / outono permeavam as celebrações e rituais dos povos de acordo com as estações do ano e dos ciclos de colheita e plantio. Dessa época, vieram os calendários de Rómulo, o calendário Juliano e o calendário gregoriano, utilizado até hoje.

Com tudo isso em mente, a realidade é que o ano novo tradicional que conhecemos e celebramos, assim como o natal, é uma outra data instituída e alterada a partir do ano novo astrológico, comemorado quando o sol entra no ponto vernal, no Equinócio de Primavera no hemisfério norte. E isso acontece entre os dias 20 e 21 de Março, quando o Sol entra no signo de Áries, primeiro signo do zodíaco, que possui o arquétipo de início e renovação. A centelha primordial! Já parou para pensar nos nomes de alguns meses? Reparou em algo curioso em alguns deles? Vejamos... Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro... SETE, OITO, NOVE, DEZ...

Hora, mas Setembro não é o mês 7 e sim o 9... E dezembro não é o mês 10 e sim o 12... Como assim?

Bem, se contarmos que janeiro é realmente o primeiro mês, de fato. Mas e se contarmos com o ano novo astrológico, o ano novo real de acordo com o ciclo dos astros dentro do Zodíaco e respeitarmos a simbologia de primavera como recomeço, a ascenção do sol, o sopro de vida após um inverno rigoroso? Vamos ver:

1 - Março | 2 - Abril | 3 - Maio | 4 - Junho | 5 - Julho | 6 - Agosto | 7 - Setembro | 8 - Outubro | 9 - Novembro | 10 - Dezembro | ...

Ou os algarísmos com sua pronúncia em latim, ainda mais próximos dos nomes dos meses em inglês:
7 - septem | 8 - octo | 9 - novem | 10 - decem.

Wow... Bom, pelo menos o Papai Noel existe...

O Papai Noel como o conhecemos pode não mais existir, mas sua origem é rica e também interessante. Mas este é um assunto para outro artigo. A lição que podemos levar agora é: quando comemorar o Natal, lembre-se de onde ele se originou. Com certeza será uma nova e diferente perspectiva, mas não menos importante. Celebrar o Natal, seja ele como símbolo do nascimento de Jesus, de Mitra, de Hórus ou principalmente como uma jornada cíclica do Sol, nosso Astro Rei durante o ano, é algo importante e que une os povos e famílias em torno de algo maior desde os tempos mais remotos, evocando um clima de paz e comunhão com as pessoas que nos são queridas.

É uma época do ano onde podemos refletir e nos integrar com o todo, tendo uma possível "pré-visão" das coisas que estão por vir, tomando como base a própria história da nossa civilização, de onde viemos, para onde estamos indo e do que é realmente importante. Todo o simbolismo evocado pelo Natal pode ser aplicado ao nosso próprio comportamento pelo menos uma vez por ano, em uma completa ressonância com a emanação solar:

Nutrindo e sendo nutridos;
Aquecendo e sendo aquecidos;
Protegendo e sendo protegidos.

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